Moss: Revisão do Livro II

Moss: Revisão do Livro II

maio 6, 2022 By settimiz

Em Moss livro II continuamos a se emocionar com as aventuras de um rato chamado Quill.

Ele continua se esforçando para salvar seu mundo de fantasia do malicioso Arcane de uma vez por todas.

Com ele aprendemos que pequenas decisões podem ter um grande e significativo impacto

O primeiro Musgo game foi definitivamente de grande sucesso e como tal foi aclamado como um dos primeiros aplicativos assassinos de RV, mas porém, teve algumas críticas por ter sido um pouco fraco em ideias. Foi observado que o seu combate de espada ficou muito simples e em alguns momentos até repetitivos, assim como os seus quebra-cabeças giravam em torno do mesmo conjunto de interações básicas.

Mas também, nem tudo foi críticas, pois teve também o lado positivo, entre os quais, o caso de que em seu curto tempo de execução compensou suas deficiências mecânicas, apesar de ficar nítido que tudo podia ter ficado melhor ainda, pois havia muito espaço para crescer.

Porém a desenvolvedora Polyarc aceitou esse desafio com sua sequência, disponível agora no PS VR.

Ela deu um novo ápice ao trabalho, e embora pareça e pareça ainda o seu trabalho com o seu antecessor à primeira vista, já dá para perceber no capítulo mais recente uma grande diferença, pois observa-se que apimenta constantemente novas ideias  e isso tem ajudado a série a atingir seu potencial.

Se você se recorda, vai lembrar que no início, parecia trazer os fundamentos dos jogos de aventura para VR, mas a sequência está muito mais parecido com jogos mais modernos.

Pode-se observar muitas coisas mudaram e deram novo folêgo ao jogo, vimos novas opções, jogos de combate e algumas habilidades e interações.  Claro que a experiência ainda é pequena quando comparada ao jogo original, mas com as alterações feitas, deu ao jogo um novo aspecto, de modernidade, como se fosse realmente novo.

Rato poderoso

Musgo: Livro 2 começa exatamente onde seu antecessor parou.

Como sempre fazem, os jogadores mais uma vez controlam Quill, que como já sabemos é  rato branco que se aventura pelos mundos.

Nesse jogo os jogadores também controlam simultaneamente outro personagem em primeira pessoa: O Leitor Divino, que tem o poder ou condição de mover objetos grandes e curar Quill, mesmo de longe.

Nessa nova fase do jogo, esses dois personagens ganharam mais versatilidades, o que aprofundou a a interação entre eles.

O gotejamento lento de novas ferramentas evita que as lutas se tornem repetitivas.

Provavelmente irão notar que no lado do mouse, a diferença mais notável vem na forma de combate.

A diferença de jogo atual para o original

Umas das grandes diferenças do jogo original para essa nova fase, é que no jogo original o conjunto de ferramentas de Quill era extremamente limitado, com batalhas em grande parte girando em torno de simples golpes de espada contra o mesmo punhado de inimigos.

A criatividade e o avanço do jogo

A atual desenvolvedora foi muita mais criativa e eu diria até mais ousada, pois com a sua visão altamente voltada para realidade dos grandes games, adicionou mais armas ao jogo, incluindo um chakram semelhante a um bumerangue e um martelo lento, porém potente e poderoso.

O Jogo vem inovando muito, quando comparado a sua versão anterior, pois além dessas novas ferramentas, cada arma tem um poder especial que é ativado segurando o botão de ataque e tocando em Quill como o Reader.

O poder especial da espada permite que Quill avance rapidamente, enquanto o martelo prepara uma cópia fantasma de si mesmo que o Leitor pode detonar a qualquer momento. Essas habilidades especiais adicionam mais variedade às batalhas, corrigindo a maior falha do primeiro jogo. A sequência ainda carece de variedade de inimigos, mas o gotejamento lento de novas ferramentas evita que as lutas se tornem repetitivas.