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Na era da informação, estamos cada vez mais mal informados

Na era da informação

Atualmente, nossa mente absorve muito mais informação do que apenas a 10 anos atrás. A quantidade de informações que dispositivos e meios de comunicação que existem hoje é milhares de vezes maior do que antigamente.

Anos atrás assinava-se 2 ou 3 jornais para saber a noticia. Hoje com apenas alguns cliques temos acesso a centenas de jornais de mundo inteiro. E com isso sabemos o que está acontecendo do outro lado do mundo em questão de minutos.

A internet das coisas (IoT) os dispositivos que comunicam conosco é cada vez maior. Geladeiras, relógios, carros, smartphones, tvs, video games e mais uma infinidade de aparelhos.

E no meio a tanta informação, nossa avaliação do que é verdadeiro e falso, onde a fonte é confiável ou não, acaba ficando difícil.

Criações das teorias da conspiração

Grandes teorias da conspiração e falta de informação está aumentando de forma drástica nas redes sociais. Isso pode causa muitos impactos negativos para o mundo inteiro, por isso temos que tomar cuidado com o que fazemos.

Um exemplo disso é o YouTube. As pessoas são induzidas a teorias da conspiração. Se por acaso você assistir um vídeo falando que a terra é plana, possivelmente acabará tendo sugestões de dezenas.

Os especialistas do YouTube trabalham duro para que não tenha esse ciclo vicioso, modificando os algoritmos para que esses vídeos radicais não sejam recomendados.

Mesmo com todo esse esforço e tecnologia para impedir que informações falsas divulgadas, tudo isso pode ser em vão. Pois, os vídeos podem ser postado em outras plataformas.

Estima que foi removidos aproximadamente 8 mil vídeos pelo YouTube por verificar que possivelmente tinha informações falsas e sem base cientifica sobre tratamento do coronavírus.

Além de ser postado por muitos usuários, o público que tem essa informação é milhões de vezes maior. Há casos que 20 milhões de pessoas chegaram a visualizar por meio da plataforma Facebook.

O Facebook tem procedimentos para verificar a desinformação e classifica-la, porém, é muito difícil esse processo por causa da grande quantidade de informação que se é postada.

A BBC pediu para que o Facebook respondesse a um estudo feito de Oxford, e teve a seguinte resposta:”O Facebook não permite desinformação prejudicial em nossas plataformas e removemos sete milhões de pedaços de desinformação relacionados à Covid-19 entre abril e junho.

“Durante o mesmo período, colocamos rótulos de advertência em cerca de 98 milhões de informações incorretas relacionadas ao COVID-19 em todo o mundo, o que impediu as pessoas de visualizar o conteúdo original 95% das vezes.”‘

Os impactos causados

Como podemos ver que as teorias da conspiração e a falta de informação estão modificando o pensar das pessoas?

A grande geração de informação pelos aplicativos 5G está tendo um grande efeito na era digital.

Uma pesquisa feita por Paul Lee, da Deloitte em entrevista a BBC revela os novos comportamentos de usuários que usam o 5G na Europa, e como isso pode afetar a saúde humana de forma negativa.

No Reino Unido não há muita preocupação com o 5G e com o impacto na saúde, dos entrevistados apenas 14% mencionaram estar preocupados, em relação de aproximadamente um terço dos austríacos.

Pessoas de 25 a 34 anos apresento um número de 18%, que são pessoas que possivelmente entendem mais de tecnologia e usarão mais os aplicativos para redes sociais.

Com uma grande quantidade de dispositivos e softwares a disposição, é comum que sempre que surja uma novidade cause ansiedade. Porém, segundo relatou Paul Lee”Com o 5G, há graus de desconforto que nunca vi antes. E acho que em parte o que aconteceu é que há muito mais capacidade de compartilhar informações incorretas. “ 

Status da supervisão das falsas informações

Futuramente irá ter um grande teste para testar a eficiência de lidar com a desinformação nos meios de mídia social, em especial o Facebook. Poderá ser usada como teste nas plataformas dos EUA.

Mas o co-presidente do conselho, o ex-primeira-ministra dinamarquês Helle Thorning-Schmidt, menciona em entrevista que não se deve criar grandes expectativas sobre que isso seja feito de forma imediata.

É importante que a qualidade dos resultados tomem a frente da velocidade: “Não estamos aqui para ter opiniões precipitadas sobre as coisas. Estamos aqui para tomar decisões baseadas em princípios que o Facebook deve seguir.”

Esse combate a falta de informação está sendo levada tão a sério, que segundo ela, decisões desta Suprema Corte forem ignoradas, seus membros não permanecerão.

“Se o Facebook não seguir nossas decisões, não durará muito, porque assinamos essa tarefa apenas por causa da transparência e independência e da obrigação do Facebook – incluindo, é claro, Mark Zuckerberg – de seguir nossas decisões. essa é a linha vermelha para nós “, diz ela.

E todo tipo de grupos e instituições é a favor que aja um controle maior das informações. Claro que o foco principal somos nós, quanto pessoas responsáveis e conscientes.

Não devemos passar a adiante informações que temos dúvidas ou que recebemos nas midias sociais sem qualquer fundamento. Todos precisamos fazer nosso papel para que o mundo virtual seja apenas virtual, e não um mundo de falsas informações.